Minha história com a plataforma
Sapo começou em fevereiro de 2014. Desde então, foram ‘trezentos e setenta’ textos,
alguns deles em periodicidade semanal; outros quinzenais.
Desde o começo eu já me sentia bem
aqui, e passei a me sentir melhor ainda depois que ganhei proximidade com alguns
colegas blogueiros. Aquela espécie de “salinha de leitura”, que a plataforma Sapo
oferece, não se encontra em outros sites – e ela faz toda a diferença porque
ali se veem as postagens daqueles a quem se segue.
Muitos dos meus colegas já dispersaram,
enquanto eu continuei por aqui até hoje, mas é chegada a hora de eu também esvaziar
minha gaveta, pegar minha mochila, apagar a luz e fechar a porta.
Embora bastante desanimado, continuo postando em outro endereço. Caso alguém queira me dar o prazer de uma visita, bastar clicar no link que deixarei ao pé deste texto.
Agradeço aos gestores da Sapo, que
muito gentilmente me abrigaram ao longo desses anos, e agora, na finitude, ainda
tiveram o cuidado de me dar instruções para eu sair com segurança e apresentaram
sugestões de endereços onde eu pudesse encontra abrigo. E é exatamente por isso
que não me sinto despejado, mas convidado a sair. Até porque essa casa será
demolida em breve e os meus companheiros, que se anteciparam, já se vão apressados
e bem longe na estrada.
Um abraço a todos.
Essa foi minha cartinha de
despedida da plataforma Sapo, que tem sede em Portugal e será fechada no dia 30
deste mês.
filipe


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